

A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos vem tomando rumos importantes e cada vez mais solidez.
Medidas regulatórias, sobretudo no que diz respeito à facilitação de comércio, nova Lei cambial, boas práticas regulatórias e toda uma construção de agenda relacionada às questões de sustentabilidade, têm redefinindo o eixo comercial de tamanha importância para o Brasil. Assistimos hoje a construção de cadeias de valor resilientes e cada vez mais permeadas por preocupações que vão além do comércio, como ações na área ESG.
Atualmente as trocas comerciais no eixo Brasil-Estados Unidos baseia-se nos setores de comodities – soja, óleos brutos, minério de ferro, café, maquinários, motores, inseticidas e produtos industrializados de uma forma geral, mas, aos poucos, o setor têxtil e vestuário ganha proeminência, tornando possível uma releitura das características dessa relação.
Atuamos em todas as fases dessa cadeia comercial. Da negociação de serviços e produtos à instrumentalização desses ajustes comerciais; do planejamento regulatório, em conformidade com órgãos anuentes, como Anvisa e FDA para os setores de medicamentos, hospitalares e comésticos, ao planejamento tributário, fundamentais para a adoção de estratégias de internacionalização que realmente tenham margens adequadas.
